Com a chegada das férias escolares, os cuidados com as crianças devem ser redobrados. O Hospital São José (HSJ) alerta os responsáveis para medidas preventivas que garantam um período de lazer com segurança, reduzindo os riscos de acidentes e atendimentos de urgência. “Para os menores, é fundamental a supervisão constante das atividades e brincadeiras. Não se deve deixar a criança sozinha por muito tempo, pois há risco de sufocamento com partes de brinquedos. A cozinha também exige atenção redobrada, devido à presença de objetos cortantes, fogo e panelas quentes, que podem causar queimaduras graves. É preciso ter cuidado com a ingestão de produtos químicos, a exemplo de sabão em pó, detergentes e outros itens de limpeza”, alertou a coordenadora. Em casos de acidentes com animais peçonhentos, a recomendação é lavar o local com água e sabão e procurar imediatamente uma unidade de saúde. Não se deve fazer torniquete, amarrar o local ou tentar sugar o veneno. Sintomas como dor intensa, formigamento, perda de sensibilidade, sangramentos, desmaios ou perda de consciência exigem atendimento médico imediato. Sinais de desidratação, como febre, sonolência, queda do estado geral, vômitos ou diarreia, devem ser avaliados rapidamente por um profissional de saúde. O superintendente do Hospital São José, Dante Pinto Lucas, destacou que a unidade está preparada para atender ocorrências pediátricas durante o período de férias. Mordedura e arranhadura de animais - Outro cuidado que a população deve ter é com ataques de cães e gatos. Caso isso aconteça, a vítima deve ser avaliada por médico no Hospital Ferreira Machado (HFM). É na unidade que é feita a verificação da necessidade do soro antirrábico e da aplicação da vacina contra raiva humana. “Caso o animal não esteja vacinado, é necessário procurar um pronto atendimento para intervenções, como o soro antirrábico. Além disso, na unidade também irão avaliar a necessidade de considerar a vacinação contra o tétano. Caso o animal seja do próprio paciente, é importante observá-lo por 10 dias para detectar sinais de raiva ou desordens neurológicas”, informou o veterinário.